
Em uma audiência do Comitê Judiciário do Senado em 29 de julho de 2025, o senador John Kennedy (R-LA) lançou uma repreensão feroz contra Stacey Abrams, acusando-a de fazer “comentários raciais flagrantes” durante uma discussão sobre direitos de voto.
O confronto, que deixou o Congresso em silêncio atordoado, tomou um rumo inesperado quando um microfone quente capturou um comentário privado de Abrams momentos depois, invertendo a narrativa e provocando um alvoroço nacional que reverberou muito além do Capitólio.
O confronto começou quando Kennedy questionou Abrams, uma proeminente defensora do direito ao voto e fundadora da Fair Fight Action, sobre suas críticas a uma proposta de lei eleitoral federal. Abrams argumentou que certas disposições ecoavam a lei eleitoral de 2021 da Geórgia, que ela chamou de racialmente discriminatória devido ao seu impacto sobre os eleitores minoritários. Kennedy, conhecido por sua retórica áspera, interrompeu seu depoimento, acusando-a de:
de “usar a carta racial” para inflamar as divisões. “Seus comentários são imprudentes e divisivos”, ele trovejou, citando declarações anteriores dela sobre supressão de eleitores como evidência de “acusações raciais infundadas”. A Câmara silenciou enquanto Kennedy exigia que Abrams se retratasse de suas alegações, afirmando que elas minavam os esforços bipartidários. Leia mais abaixo.



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