No ônibus, um garotinho estava chutando o assento da frente e incomodando os outros passageiros, enquanto sua mãe estava ocupada com o telefone: mas de repente um dos passageiros fez algo inesperado

No ônibus, um garotinho estava chutando o assento da frente e incomodando os outros passageiros, enquanto sua mãe estava ocupada com o telefone: mas de repente um dos passageiros fez algo inesperado

No ônibus, estavam sentados uma mãe e seu filho pequeno. Assim que se sentaram, a mulher pegou o celular, colocou os fones de ouvido e se deixou levar por uma série de TV. Ela não prestou atenção ao fato de o filho estar causando o caos: ele riu alto, puxou o braço da mãe, cantou e chutou o assento da frente com toda a força.

Todos não gostaram do comportamento do menino mal-educado, mas tentaram manter a calma.

Um dos passageiros não aguentou mais e disse em voz alta:
— Controle seu filho, ele está atrapalhando todo mundo.

Mas a mãe calmamente tirou um dos fones de ouvido, olhou para ele e respondeu:
— Isso não é da sua conta. Eu não proíbo nada ao meu filho. Ele é uma pessoa livre.

Então ela colocou os fones de ouvido novamente e retornou à tela.

O menino continuou a se comportar mal, irritando a todos, e chutou o assento com ainda mais força. Quando viu que as pessoas estavam ficando bravas, ele apenas riu mais alto, como se estivesse gostando da cena.

Mas então um dos passageiros fez algo completamente inesperado, após o qual tanto a mãe quanto a criança se arrependeram profundamente de seu comportamento. 

Uma das mulheres decidiu agir de forma diferente. Ela se virou e começou a chutar o assento onde o menino estava sentado.

O menino gritou surpreso:
— Ai! Pare, está doendo!

Mas a mulher não parou. O menino começou a chorar, e só então a mãe percebeu o que estava acontecendo. Tirando os fones de ouvido, virou-se bruscamente e gritou:
— O que você está fazendo?!

O passageiro olhou para ela friamente e disse:
— Minha mãe também nunca me proibiu nada. Posso fazer o que eu quiser.

O ônibus ficou em silêncio. Pela primeira vez, a mãe pensou em como suas próprias palavras soavam para os outros.

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